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Quais as principais causas do endividamento?

quais as principais causas do endividamento?

O endividamento das famílias é um problema sério no Brasil. Atualmente, boa parte dos lares conta com, pelo menos, uma dívida. Por causa disso, muita gente vive com ansiedade e estresse, e, além de sofrer bastante com a situação, as pessoas também ficam um pouco mais longe de suas metas financeiras. Afinal, ter o nome negativado torna mais difícil alcançar sonhos de consumo.

Se você tem dívidas no momento, não precisa se envergonhar. Atualmente, essa é uma situação bem comum no Brasil. O endividamento e a inadimplência das famílias brasileiras bateu recorde em julho de 2022, conforme levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Os dados mostram que cerca de 78% delas estão endividadas e 29% têm contas a pagar.

Mas quais são as causas mais comuns desse endividamento? Se a gente descobrir, podemos evitar essa situação? Continue a leitura deste post e confira essas respostas!

Principais causas do endividamento

É verdade que o nível de endividamento das famílias é alto no Brasil. Afinal, quase 7 em cada 10 lares estão com dívidas. Mas por que será que isso acontece?

Desemprego

O desemprego vem crescendo nos últimos anos, e foi impulsionado pela pandemia, que gerou uma retração ainda maior nas vagas de emprego. Nesse contexto, muitas pessoas perderam seus empregos, terminando sem renda e com poucas oportunidades disponíveis no mercado de trabalho. 

Atualmente, a taxa de desemprego no Brasil é de 8,7%, ou seja, 9,5 milhões de pessoas não têm um trabalho. 

Compras por impulso 

Comprar por impulso pode levar ao endividamento ou afetar o equilíbrio financeiro. Por isso, precisamos ficar atentos aos gatilhos de consumo, ou seja, às situações que nos estimulam a comprar sem planejamento. Entre elas, estão as promoções, liquidações e facilidades para fazer compras online. 

Para evitar que este comportamento se transforme em um hábito, o recomendado é sempre se questionar se você realmente quer, precisa e pode comprar. Pensar um pouco nessas perguntinhas antes de fazer uma compra por impulso pode fazer toda a diferença! 

Diminuição da renda média familiar

Mesmo quem conseguiu se recolocar após ficar fora do mercado de trabalho por algum tempo, teve que aceitar receber menos para não permanecer parado.

Com menos recursos no orçamento (mas as mesmas contas), é preciso priorizar pagamentos, deixando por último aqueles que supostamente podem ser renegociados ou pagos com atraso.

O problema é que, com o passar do tempo e com o acúmulo de dívidas deixadas “para depois”, se as dificuldades financeiras se aprofundarem, pode ser que o devedor se perca completamente no meio de tantos títulos para serem pagos tardiamente. E dependendo do credor, bastam 2 meses para ter seu nome na lista dos inadimplentes.

Empréstimo do nome

Muitas pessoas costumam emprestar o nome,fazendo compras no cartão de crédito ou cedendo documentos para que um amigo ou familiar faça um financiamento usando seu CPF. Essa é uma das principais causas do endividamento da população brasileira.

O empréstimo do nome ocorre, geralmente, quando alguém está inadimplente e, por isso, não consegue tomar empréstimos usando a sua própria identidade. A questão é que se a pessoa não pagar o empréstimo, quem irá arcar com a conta é o titular do CPF. Além disso, a situação pode levar a conflitos no relacionamento. 

Ajudar alguém de quem gostamos é uma boa ideia, mas veja se há outras maneiras de apoiar seu amigo ou familiar endividado. Caso aceite emprestar o nome, faça combinados sobre o pagamento – se a pessoa tem algum bem, como uma moto, por exemplo, combinem que esse bem será vendido para pagar a dívida.  

Falta de conhecimento sobre organização financeira

Hoje muito se fala em educação financeira, que nada mais é do que aprender a lidar com o dinheiro de maneira equilibrada, pensando nos compromissos que temos hoje e, também, nas coisas que queremos construir ao longo da vida. 

A educação financeira envolve o conhecimento sobre como gerir o dinheiro de forma eficaz e como tomar decisões financeiras alinhadas aos nossos objetivos no dia a dia. Esse é o caminho para quitar dívidas,planejar conquistas,formar uma reserva financeira que nos proteja de imprevistos e, aos poucos, ir criando um patrimônio. 

Uso não planejado de crédito

O crédito é um aliado do consumidor, mas seu uso deve ser consciente e planejado. A facilidade para contratação, muitas vezes, leva ao desequilíbrio financeiro e às dívidas. Ao parcelar a fatura do cartão de crédito ou usar o limite de conta (cheque especial), por exemplo, você está emprestando dinheiro do banco ou financeira. 

O dinheiro está lá, disponível para uso, mas não é seu. E você paga caro toda vez que usar. O rotativo do cartão e o cheque especial são as linhas de crédito mais caras do mercado.  

Falta de uma reserva de emergência

A reserva de emergência é muito necessária, mas infelizmente grande parte da população brasileira não a tem. O mais indicado é ter uma quantia equivalente a pelo menos 3 meses da renda líquida da família para usar nas situações de emergência.

Com a falta de uma reserva, qualquer surpresa que surgir, como uma cirurgia de emergência, acidente de carro ou o atraso do salário, cria um grande rombo nas finanças, fazendo com que você pague juros por muito tempo e demore para se recuperar.

Encontrando o caminho para a liberdade financeira

Conhecer as principais causas do endividamento é o primeiro passo para evitá-las. No entanto, sabemos que a teoria nem sempre se alinha à prática, especialmente quando se trata das complexidades da vida financeira. Para realmente evitar ou superar o endividamento, é necessário adotar estratégias..

Estratégias para evitar novas dívidas

Educação Financeira: Invista tempo em aprender sobre finanças. Conhecimento é poder, e quanto mais você souber sobre gestão de dinheiro, melhores serão suas decisões financeiras.

Faça um planejamento financeiro: Mapeie suas receitas, despesas e dívidas. Um plano financeiro detalhado pode ajudá-lo a identificar onde você pode cortar gastos e como pode separar o dinheiro de forma mais eficiente para quitar dívidas.

Estabeleça uma reserva de emergência: Comece a economizar pequenas quantias regularmente. Mesmo uma reserva pequena pode ser um salva-vidas em tempos de necessidade.

Use o crédito com sabedoria: Evite depender de crédito para despesas diárias. Se você precisar usar crédito, planeje como vai pagar para evitar que a dívida se acumule.

Busque ajuda profissional: Se você se sentir sobrecarregado, não hesite em procurar um especialista. Aqui na Plano, temos educadores financeiros especializados que podem oferecer orientações personalizadas e ajudá-lo a elaborar um plano de ação. Entre em contato pelo Whatsapp e saiba mais!

Mude seu mindset financeiro: Adote uma mentalidade de longo prazo em relação ao dinheiro. Isso inclui priorizar a poupança sobre gastos imediatos e pensar cuidadosamente antes de fazer compras.

Estabeleça metas financeiras: Defina objetivos claros e realizáveis. Ter metas específicas pode motivá-lo a aderir ao seu plano financeiro e evitar decisões impulsivas.

Superar o endividamento e alcançar a liberdade financeira é um processo que exige dedicação, disciplina e, acima de tudo, um compromisso com a mudança.

Ao entender as causas do endividamento e implementar estratégias eficazes para combatê-las, você pode não apenas melhorar sua saúde financeira, mas também avançar significativamente em direção a realizar seus sonhos e objetivos de longo prazo.

Cada pequeno passo conta na jornada para uma vida financeira mais saudável e feliz!

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