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O que é e como funciona o Open Banking?

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O Open Banking é um sistema integrado de compartilhamento de dados financeiros que tem como propósito oferecer mais autonomia e aumentar a oferta de produtos e serviços para os clientes.

A ideia é revolucionar a indústria financeira, fazendo com que as instituições financeiras tenham acesso a dados de clientes (como dados cadastrais e transações) de outras instituições, para oferecer um serviço mais vantajoso, intensificando a concorrência entre os bancos.

O que significa o Open Banking?

Em sua tradução literal, significa “banco aberto”. Por meio de uma plataforma segura, diversas instituições financeiras terão acesso aos dados de clientes para ofertar produtos e serviços mais personalizados.

O que isso quer dizer na prática? Atualmente, quando uma pessoa é cliente há anos em um banco, e acha uma oferta mais vantajosa em outra instituição, ela precisa abrir uma nova conta e iniciar um relacionamento do zero. Mas, com essa instituição para obter o produto/serviço.

Com o Open Banking isso não será mais necessário. Graças ao compartilhamento de dados, as instituições poderão verificar o perfil e histórico de cada pessoa e assim, oferecer serviços sem a necessidade de criar um relacionamento do zero.

Além do Brasil, outros países já estão se beneficiando desse sistema: Reino Unido, Singapura, Austrália e México. Inclusive, em muitos países a revolução da indústria financeira se dá com a criação do Pix (pagamentos instantâneos)

Como o Open Banking vai funcionar?

O Open Banking funcionará sob a fiscalização do Banco Central, a fim de garantir a segurança e o sigilo das informações de clientes. Além disso, cumpre os requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e também estará protegido pela Lei Complementar n°105/2001.

O cliente precisará autorizar o compartilhamento de dados por meio dos canais digitais dos bancos, sendo possível cancelar o consentimento a qualquer momento. Será possível consultar as instituições participantes, a data e os dados autorizados para compartilhamento e quais produtos e serviços serão oferecidos com base nesses dados compartilhados.

Os dados que poderão ser compartilhados são: dados cadastrais (endereço, estado civil, faturamento), transações (contas, limites, depósitos, saldos, cartão de crédito e demais operações), operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência.

Quanto ao funcionamento, apesar de não estar totalmente definido, já se sabe que o processo para liberação de dados deve ser feito no canal digital da empresa que vai recebê-los.

Ou seja, se um cliente do Banco Santander desejar compartilhar seus dados com o Banco do Brasil, deverá solicitar ao segundo banco, que avisará sobre a solicitação ao Banco Santander. Assim que confirmado com o cliente, o Santander compartilha os dados com o Banco do Brasil. 

Referente a produtos e serviços, é o cliente quem dita as regras também. Se o cliente precisar de um empréstimo e ver uma opção vantajosa em um banco que ele não possui conta, ele poderá solicitar ao banco que ele é cliente para compartilhar os dados entre as instituições bancárias. Após a confirmação, o banco na qual ele não possui conta poderá acessar seu histórico e aprovar o empréstimo sem que ele abra uma conta. 

Para ter acesso a lista das instituições bancárias que farão parte do Open Banking, acesse o Portal da Estrutura de Governança do Open Banking do Brasil.

Para mais informações sobre o mercado financeiro, continue acompanhando nosso blog.

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